Olá. Meu nome é Isaac Vieira da Silva, tenho 31 anos e sou professor de filosofia da rede estadual de São Paulo. Atualmente, faço mestrado em filosofia na USP, onde estudo a obra pictórica de Jheronimus Bosch. Além disso, toco numa banda de rock chamada Traumas e sou casado com a Michelle, minha amada e querida companheira. Temos dois filhos: uma canina chamada Layla e um felino chamado Sig.
Desde que comecei a dar aula na escola pública, em agosto de 2005, tive vontade de escrever textos narrando minhas experiências. A escola, com suas práticas, seus habitantes, e o mais importante, com todo o conhecimento que ela produz (ou deveria produzir), sempre me encantou. Tanto que nunca consegui me desligar dela... Há quase trinta anos freqüento diariamente instituições de ensino, em todos os seus níveis.
Como dizia, sinto uma necessidade crescente, quase que uma obrigação, de narrar, pensar, discutir a escola e suas práticas. Mas não com o enfoque acadêmico, rigoroso e engessado. Quero mostrar as vísceras da escola e de suas personagens, suas contradições, angústias, anseios, dar voz a professores e alunos, denunciar práticas abusivas, louvar ações positivas. Enfim, objetivo refletir sobre as práticas de ensino, indagar sobre os métodos de avaliação, mas sem esquecer do caráter humano, dos sentimentos e afetos que permeiam as instituições escolares. Para tal, o farei através de narrações, nunca dissertações, misturando realidade e ficção, experiências verídicas e inventadas, reflexões próprias e de outros...
Tentarei escrever ao menos um texto por semana, no contra-turno dos meus estudos e trabalho, algo como um hobby sério. É também uma tentativa minha de por fim a esse vício alienante chamado facebook.
Bom, divirtam-se.
Aguardo críticas.
Obrigado.
Desde que comecei a dar aula na escola pública, em agosto de 2005, tive vontade de escrever textos narrando minhas experiências. A escola, com suas práticas, seus habitantes, e o mais importante, com todo o conhecimento que ela produz (ou deveria produzir), sempre me encantou. Tanto que nunca consegui me desligar dela... Há quase trinta anos freqüento diariamente instituições de ensino, em todos os seus níveis.
Como dizia, sinto uma necessidade crescente, quase que uma obrigação, de narrar, pensar, discutir a escola e suas práticas. Mas não com o enfoque acadêmico, rigoroso e engessado. Quero mostrar as vísceras da escola e de suas personagens, suas contradições, angústias, anseios, dar voz a professores e alunos, denunciar práticas abusivas, louvar ações positivas. Enfim, objetivo refletir sobre as práticas de ensino, indagar sobre os métodos de avaliação, mas sem esquecer do caráter humano, dos sentimentos e afetos que permeiam as instituições escolares. Para tal, o farei através de narrações, nunca dissertações, misturando realidade e ficção, experiências verídicas e inventadas, reflexões próprias e de outros...
Tentarei escrever ao menos um texto por semana, no contra-turno dos meus estudos e trabalho, algo como um hobby sério. É também uma tentativa minha de por fim a esse vício alienante chamado facebook.
Bom, divirtam-se.
Aguardo críticas.
Obrigado.
Curti a transparência.
ResponderExcluirValeu!
ExcluirManda ver, caraio!!!
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